
Um juiz federal impediu a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, na segunda -feira, 14 de abril, de revogar o status legal de 532.000 cubanos, haitianos, venezuelanos, nicaraguanos e imigrantes cubanos.
A decisão da juíza Indira Talwani, de Boston, é a última ordem para namorar contra a vontade de Trump de realizar rapidamente expulsões maciças, em particular, a latino -americana.
A administração de Donald Trump anunciou no final de março o final de um programa especial, criado em 2023 pelo governo anterior do presidente Joe Biden, que permitiu aos cubanos, haitianos, nicaraguanos e venezuelanos permanecerem nos Estados Unidos por dois anos devido à situação dos direitos humanos em seus países. Esse regime permitiu que cerca de 532.000 migrantes entrassem no país, até um máximo de 30.000 por mês.
O juiz Talwani ordenou a suspensão de emergência da abolição do programa. Ela considerou que o governo agiu com base em uma interpretação errônea da lei, o procedimento de expulsão acelerada que se aplica a não cidadãos que entraram ilegalmente nos Estados Unidos, mas não para aqueles que legalmente ficam lá sob programas governamentais.
Sem essa suspensão, os migrantes que entraram nos Estados Unidos sob este programa deveriam ter deixado o país até 24 de abril, 30 dias após a promulgação do decreto que o encerrou. Durante sua campanha eleitoral, o presidente Donald Trump prometeu expulsar “Milhões” Imigrantes sem documentos.