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Em Rijksmuseum, o retrato impressionante, em 200 fotos, desta América que Donald Trump não quer ver

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Esta é uma exposição fotográfica para fazer Faribard Donald Trump. Se ela fosse apresentada em suas terras, na Galeria Nacional em Washington, por exemplo, a imaginamos rapidamente virando os funcionários. Mas estamos em Amsterdã, Rijksmuseum, que extrai um tipo de retrato dos Estados Unidos em mais de 200 imagens, do XIXe século até os dias atuais. E é verdade que, se você não é um anti -herói, se não é uma vítima, negra, mulher, indiana, pobre, escravizada, é improvável que esteja na parede. “American Photography” pretende enfrentar o sonho americano e a realidade do país. “Imagens inesquecíveis da beleza e brutalidade de uma nação”resume o museu holandês.

A partida é introduzida brilhante no início do curso: em uma parede, cerca de vinte capas de revistas americanas, em cores, das décadas de 1950 e 1960, como Escudeiro Ou OlharCerving um país lúdico, entre pin-ups sorridentes, cosméticos, carro, modo, esporte, lazer, aparelho doméstico, jardinagem. Por outro, a série Americanos (1958), de Robert Frank, que, em preto e branco, já revela os desencantados para trás da decoração. Um pouco de maniquean, mas eficaz.

O Rijksmuseum embarcou nesse projeto porque possui uma sólida coleção de fotos americanas, temperadas por cerca de trinta empréstimos de todo o mundo. O todo está fortemente inclinado ao lado do pesadelo. Esperávamos um pouco. Esperávamos menos à maneira como o museu atinge onde dói, produzindo uma exposição confusa e emocionante – ele até marca um ponto de virada.

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