
Visto do céu, um gigantesco A bandeira vermelha e branca, nas cores do país, é trazida à mão por uma maré humana em centenas de metros, no coração de Lima. Sexta -feira, 21 de março, milhares de peruanos foram até as ruas da capital e outras cidades do país, ulceradas pela onda de assassinatos e crescente insegurança. Granadas explodindo em frente a faculdades ou discotecas, comerciantes e empresários de raquete pequenos, grupos musicais ameaçados por morte: nos últimos meses, os números de ataques armados, de extorsão e seqüestro chegaram a registros.
Alguns dias antes, em 16 de março, um cantor muito popular de Cumbia, Paul Flores, 39, retornando de um concerto, foi assassinado nos subúrbios de Lima, desencadeando uma onda de indignação. Ele foi atingido por uma bala durante o ataque por um grupo de homens em seu ônibus de turismo.
Durante a demonstração, os sinais proclamam: “Nosso Estan Matando” (“Estamos nos matando”). Uma mulher na tempestade de quarenta e poucos anos em frente à câmera de uma televisão local: “É impossível ir trabalhar. Saímos de manhã de casa e não sabemos se voltaremos à noite.» » Em resposta, o governo decretou o estado de emergência, em 17 de março, em Lima e na província vizinha de Callao. O ministro do Interior, Juan José Santivañez, foi demitido pelo Congresso.
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